domingo, 29 de maio de 2011

Palestra sobre qualidade da água


Convido você a participar da reunião on line na próxima terça-feira, 31/05/11, às 20h30 - Você é meu convidado!

O objetivo da reunião é oferecer informação para TODAS as pessoas, independente da idade ou classe social, pois ele abordará a "QUALIDADE DA ÁGUA" que você e sua família estão tomando todos dias, banhando-se e mesmo cozinhando e lavando os alimentos.

Poucos tem a coragem de abordar esse tema complexo. Conheça as soluções para ter uma água com qualidade em sua casa, em sua empresa, na praia, no campo... de forma barata.

O engenheiro químico Marcelo Marcel, é um especialista em água, saúde e qualidade de vida.

Participe, convide outras pessoas para assistirem também no conforto de sua casa.

É uma palestra imperdível e espero encontrar você na sala, junto com sua família. 

Como são vários convidados do Brasil inteiro, então solicito que você se identifique assim: C- SEU NOME - (Fontayny) - Coloque o seu nome em letras maiúsculas, hífen e depois o meu nome (Fontayny) entre parênteses ok. Isso facilitará que eu saiba que você está na sala.


Agradeço sua atenção e participe, pois não existe nada mais importante do que nossa saúde. Depois do Oxigêncio, a água é o mais importante elemento para a nossa sobrevivência. E a qualidade da água que você toma, mostrará a qualidade de sua saúde, sua vida. É um assunto muito sério e que poucos ainda debatem.

Um grande e forte abraço!

Sucesso e Boa Saúde a todos.

Fontayny Kleber
Franqueado

terça-feira, 24 de maio de 2011

O custo ambiental da água engarrafada

Venda de água em garrafas PET cresce sem parar e Brasil está entre os dez maiores consumidores. A água engarrafada, bebida cujo consumo mais cresce no mundo, tem um alto custo ambiental, por acumular plástico em depósito

Venda de água em garrafas PET cresce sem parar e Brasil está entre os dez maiores consumidores. A água engarrafada, bebida cujo consumo mais cresce no mundo, tem um alto custo ambiental, por acumular plástico em depósitos e exercer pressão sobre as fontes, segundo Ling Li, que escreveu o relatório para o Instituto Worldwatch, de Washington. "A água engarrafada é realmente cara, em termos de custos ambientais e economicamente", disse Li.
O consumo mundial de água engarrafada mais do que dobrou entre 1997 e 2005, sendo os EUA os maiores consumidores - 28,6 bilhões de litros em 2005. O consumo da Índia quase triplicou entre 2000 e 2005, e o da China mais do que dobrou. México, Brasil, Itália, Alemanha, França, Indonésia e Espanha completam a lista dos dez maiores consumidores.
Enquanto muita gente em países desenvolvidos compra água engarrafada por causa da segurança, limpeza, gosto e status, mais de 1 bilhão de pessoas em países pobres não têm acesso a água potável, engarrafada ou não. E, nos países desenvolvidos, a água engarrafada pode estar sendo analisada segundo padrões mais baixos que a de torneira, diz o relatório.
O impacto ambiental pode começar na fonte, e alguns córregos e lençóis freáticos se esgotam quando há uma "retirada excessiva" de água. Além do custo energético de produzir, engarrafar, empacotar, armazenar e transportar a água, também há o custo ambiental dos milhões de toneladas de plástico derivado de petróleo. "A indústria de bebidas se beneficia ao máximo da nossa obsessão por água engarrafada", disse Ling. "Mas isso não serve de nada para o incrível número de pobres do mundo que vêem a água potável segura como um luxo, ou meta inatingível".
O Worldwatch estimou que 35% a 50% dos moradores de cidades na África e na Ásia não têm acesso adequado a água potável segura. A maior parte da água é embalada em PET, que exige menos energia para reciclar e não libera cloro na atmosfera quando queimado. Mas as taxas de reciclagem diminuíram: cerca de 23,1% das garrafas PET de água foram recicladas nos EUA em 2005; dez anos antes, 39,7% haviam sido recicladas, segundo o estudo.
A água engarrafada custa entre 240 e 10 mil vezes mais do que a água de torneira. Em dólares, isso significa que essa água é vendida na maioria dos países industrializados a preços de US$ 500 a US$ um mil por metro cúbico. Na Califórnia, onde a água de torneira é de boa qualidade, o metro cúbico sai a apenas 50 centavos de dólar.

Fonte: Gazeta Mercantil



sexta-feira, 6 de maio de 2011

Xenoestrogênios (Pseudoestrogênios)

A expressão “xenoestrogênios” é aplicada livremente a uma série de substâncias químicas tóxicas produzidas pelo homem que confundem os receptores celulares dos estrogênios no organismo, interferindo nas mensagens bioquímicas naturais. 
Podem ser compostos tipo estrogênios ou terem a habilidade de mimetizar ou bloquear a atividade dos hormônios naturais. 
Podem também alterar a forma como os hormônios e seus receptores protéicos são elaborados, metabolizados e a forma de sua atuação. Pesquisas profundas revelam uma situação alarmante gerada pela dispersão planetária destes mimetizadores hormonais. 

Em razão de se degradarem tão lentamente, espalharam-se por todo o planeta tanto pelo ar como pelas águas, passando a integrar os tecidos vivos. Atualmente contaminam todos os ecossistemas e os organismos vivos. Continuarão assim por décadas e décadas. 
Dificilmente excretadas, são lipossolúveis, acumulando-se nos tecidos gordurosos, no cérebro, no aparelho reprodutor e outros órgãos. 
Grandes volumes destas substâncias biomagnificam na cadeia alimentar com as piores concentrações no seu topo, onde estão os seres que se alimentam de animais como os humanos e outros mamíferos, além de pássaros e répteis. 

Alterando as funções principais dos estrogênios e androgênios, podem desencadear uma torrente de excepcionalidades na saúde da reprodução e do desenvolvimento. 
A queda de 50% no número de espermatozóides humanos, globalmente, entre os anos de 1938 e 1990, além das alterações no comportamento sexual, depressão imunológica, deformidades genitais, cânceres de mama, ovários, útero, de próstata e testicular além de desordens neurológicas. 
A doença fibrocística da mama, a síndrome policística ovariana, endometriose, fibroadenomas uterinos e doenças inflamatórias pélvicas também estão sob suspeita. Estes problemas podem ser influenciados pelas exposições, crônicas ou de desenvolvimento, através do ciclo da vida a essas substâncias.

As conseqüências potenciais desta superexposição aparecerão especialmente sobre as futuras gerações. 
Os embriões e os fetos cujo crescimento e desenvolvimento são altamente controlados pelo sistema endócrino recebem os contaminantes na fase pré-natal ainda no ovo (anfíbios, répteis e pássaros) ou no útero (mamíferos). 
Mesmo que adultos expostos não apresentem nenhum efeito deletério, seus descendentes poderão apresentar, em toda sua vida, anormalidades reprodutivas ou em sua saúde. 
Além do que foram citados acima, efeitos que incluem masculinização das fêmeas e feminização dos machos (redução no tamanho do pênis e dos testículos) além da retenção dos testículos e da alteração na densidade e na estrutura dos ossos.

Os xenoestrogênios são na maioria das vezes gerados pela indústria petroquímica e, desafortunadamente para nossa saúde, os produtos petroquímicos estão, hoje em dia, por todos os lugares deste planeta. Máquinas, carros e mesmo algumas usinas termoeléctricas, movem-se com petroquímicos como a gasolina, o diesel, os gases naturais e similares. 
Muitos dos mimetizadores hormonais são organoclorados produzidos pela reação do gás cloro com hidrocarbonetos do petróleo. São utilizadas em plásticos, agrotóxicos, solventes, agentes de branqueamento (para roupas e outras), refrigerações e em outros produtos químicos. 
Milhares são subprodutos do tratamento de água, do branqueamento do papel e da incineração de produtos clorados. 
Milhões de produtos, incluindo vários plásticos (polivinil cloreto/PVC e policarbonatos/PC, ambos encontrados em mamadeiras para nenês, brinquedos infantis, filmes transparentes para embalar alimentos e garrafas de água mineral), PCB (policloretos bifenilos), medicamentos, roupas, alimentos, alvejantes domésticos, desodorizantes de ar, produtos de higiene pessoal (cosméticos, perfumes, antiperspirantes, sabonetes, pastas dentifrícias e higienizadores bucais), agrotóxicos e herbicidas (como DDT, dieldrin, aldrin, hepacloro, etc.) também contém ou são feitos dos petroquímicos. Muitos de nós trabalhamos ou vivemos em áreas altamente contaminadas onde os efeitos sinérgicos podem apresentar doses “seguras” (aceitáveis) de diferentes substâncias químicas, medicamentos, radiações, freqüências eletromagnéticas e outras, e que são milhares de vezes mais tóxicas quando estão juntas. 

Dezesseis substâncias “POP’s” (poluentes orgânicos persistentes) foram identificadas para ação prioritária da ONU. Pelo menos seis – PCB’s, dioxinas, furanos, hexaclorobenzeno (HCB), lindano e cadeias curtas de parafinas cloradas – são ainda geradas, produzidas e utilizadas no Canadá. A água potável pode estar contaminada por outro composto comprovadamente estrogênicos o nonylphenol e o endosulfan que continuam sendo utilizados em plásticos e agrotóxicos, além de estarem presentes na composição também de detergentes líquidos domésticos e de lavanderias, alvejantes multi-uso, sabonetes e shampoos. Compostos mimetizadores de hormônios como os ftalatos são utilizados como plastificantes no PVC, em tinta para escrever/imprimir, para pintar e em colas. O lixo plástico pode ser a fonte mais importante da presença do bisfenol-A – estabilizante tóxico empregado no PVC – nos efluentes líquidos lixiviados pelos aterros de lixo. E será mais terrível ainda se este lixo for incinerado.

As cinzas voláteis originárias das indústrias, dos incineradores de lixos domésticos ou resíduos perigosos, têm altas quantidades de mimetizadores hormonais e cancerígenos como a dioxina (uma das mais violentas) além de chumbo, mercúrio e cádmio, estes também mimetizadores estrogênicos. Estas cinzas depositam-se sobre as plantas que comemos além de contaminar os animais domésticos e os peixes, concentrando substâncias tóxicas no ser humano. A poeira doméstica, velhas tintas e a água parada em tonéis são outras fontes comuns de chumbo. Tal qual como com os petroquímicos, a queima de combustíveis fósseis libera mercúrio e cádmio. Mercúrio pode também ser um sério perigo em obturações de dentes. Dois por cento da população de cidades, acima de um milhão de habitantes, têm níveis dez vezes maiores de mercúrio no sangue, no limiar de gerarem efeitos neurológicos.

Nossa alimentação é um dos caminhos mais inconscientes quanto à contaminação por mimetizadores hormonais. O alimento processado, na maioria das vezes com excesso de açucares e gorduras hidrogenadas, enfraquece o sistema imunológico e atinge, hoje, 80% de nosso suprimento alimentar. Embalagens, conservantes, colorantes e flavorizantes artificiais, podem ser todos perigosos. Envases plásticos, copos de poliestireno (PS), filmes para embalar alimentos ou revestimento plástico interno de latas, podem conter PVC’s, alquifenóis, nonilfenóis, bisfenol-A e ftalatos. Todos são conhecidos estrogênios sintéticos (xenoestrogênios) que migram para o alimento quando aquecido ou guardado por longos períodos. Um destes ftalatos, sigla DEHP ou DOP, é encontrado em alguns filmes transparentes para embalar alimentos. O DEHP pode também estar contaminando outros alimentos embalados com filmes transparentes, especialmente aqueles com altos teores de gordura como carnes. O plastificante, enrijecedor plástico, bisfenol-A, encontrado no policarbonato de mamadeiras infantis, foi identificado em um relatório do governo dos EUA de 1997, como um disruptor endócrino químico que se libera, incontestavelmente, da resina policarbonato para o líquido quando aquecido (pesquisas minuciosas e replicadas encontraram efeitos biológicos mesmo em níveis extremamente baixos).

Alimentos de origem animal são a maior fonte de substâncias hormonalmente ativas em nossos alimentos e nos lençóis freáticos. A gordura animal e de laticínios tem alta concentração – carne bovina e produtos lácteos são os piores com altos resíduos de DDT e de outros agrotóxicos organoclorados além de antibióticos, drogas veterinárias e hormônios sexuais de estímulo de crescimento. Hormônios implantados na orelha de praticamente todos os animais de corte são totalmente sem regulamentação. Resíduos 300 vezes acima dos limites legais, comumente encontrados em carne, vem via de regra destes implantes, aplicados ilegalmente no músculo do animal para resultados mais rápidos. O hormônio de crescimento “rBGH” em gado leiteiro produz altas quantidades do “fator de crescimento tipo insulina” que encoraja a divisão celular e a virulência do câncer de mama. Os agrotóxicos acumulam-se na gordura animal.

Tomando isto como um degrau à frente, os hormônios sintéticos também entram nos lençóis hídricos através da urina das mulheres e daí na cadeia alimentar. Isto também elevou nossos níveis de exposição aos estrogênios ambientais.


quinta-feira, 21 de abril de 2011

segunda-feira, 21 de março de 2011

BENEFÍCIOS ALEGADOS A ÁGUA ALCALINA

Os íons  OH(que caracterizam um sistema básico ou alcalino) reduziria com algumas espécies reativas de oxigênio, diminuindo o estresse oxidativo, apontado como uma das principais causas do processo de envelhecimento, ao danificar progressivamente membranas celulares e o próprio DNA, produzindo uma série de erros em cascata que intensificam o processo de falhas e degeneração do organismo, provocando o envelhecimento.
Assim, em tese, a água alcalina seria benéfica por retardar alguns dos fatores do envelhecimento e diminuir as chances de câncer (doença relacionada ao estresse oxidativo do DNA, geradora de células que se multiplicam descontroladamente).

Esse recurso, conquanto controverso (veja abaixo), é defendido pelo inventor e futurista Raymond Kurzeil (Inventor do ano de 1998, pelo MIT; Medalha Nacional da Tecnologia 1999, nos EUA) em seu livro Medicina da Imortalidade. A prospecção de todos os meios científicos disponíveis para aumentar a longevidade (visando, num futuro não tão distante, o rejuvenescimento e a imortalidade física) é uma preocupação do movimento transhumanista


MÉTODOS

1. Alcalose pela ingestão de bicarbonato de sódio

A ingestão de bicarbonato de sódio (NaHCO3) é um meio de produzir a alcalose do sangue. 
Quantidade utilizada em um estudo da Universidade de São Paulo (USP)[1]:

0,3g de bicarbonato de sódio (NaHCO3) por cada kilograma de peso corporal 

Exemplo: indivíduo com 65kg deveria ingerir 19,5g de bicarbonato (0,3 x 65 = 19,5). 

Foi demonstrado no mesmo estudo da USP que esta dose utilizada é mais eficiente na melhora do desempenho do que uma dose de 0,2g x kg ou inferior. Já doses superiores não causam mais benefícios do que a dose de 0,3g x kg[1].

A ingestão de NaHCO3 promove aumento significativo do pH sanguíneo (isto é, ele fica mais básico ou alcalino).

A elevada concentração de HCO3- causada pela ingestão de NaHCO3 promove aumento do efluxo dos íons H+ das células musculares para o sangue, onde são tamponados[2].

OBS: Estas doses foram utilizadas para alcalose do sangue por meio da  ingestão de cápsulas gelatinosas de bicarbonato de sódio. A ingestão por dissolução na água deve reduzir seu efeito em razão da reação com o ácido clorídrico do estômago. Um aumento da concentração pode ser uma estratégia para tentar contornar este problema.

2. Alcalose pela ingestão de água alcalinizada por ionizadores

Filtros ionizadores filtram a água e produzem água alcalina própria para o consumo. Embora populares nos EUA, filtros ionizadores não são encontrados à venda no Brasil. 

Raymond Kurzweil recomenda o seguinte aparelho:

CRÍTICAS
Alguns especialistas criticam estes aparelhos ionizadores (e o argumento pode ser estendido ao bicarbonato de sódio) sob o argumento de que os íons OH- não conseguiriam vencer a acidez do estômago e que, portanto, o efeito de sua ingestão seria o da água normal.
Raymond Kurzweil refuta esta critica sob o argumento de que parcela dos íons atingiriam porções ulteriores do aparelho digestivo, sendo absorvidos pelo organismo e que um pequeno aumento na alcalinidade do sangue poderia produzir um grande benefício para a saúde. 


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Referências

  1. RTIOLI, Guilherme Giannini et al . A ingestão de bicarbonato de sódio pode contribuir para o desempenho em lutas de judô? Rev Bras Med Esporte, Niterói, v. 12, n. 6, dic. 2006 . Disponible en <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922006000600014&lng=es&nrm=iso>. accedido en 26 oct. 2009. doi: 10.1590/S1517-86922006000600014.
    Trata-se de protocolo de pesquisa sobre possível efeito ergogênico da ingestação de bicarbonato. Conquanto o estudo seja inconcluso sobre o efeito ergonômico, não resta dúvida sobre a capacidade de produzir alcalose.
  2. Mainwood GW, Worsley-Brown PA. The effect of extracellular pH and buffer concentration on the efflux of lactate from frog sartorius muscle. J Physiol. (London) 1975;250:1-22.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Microempresários ganham duas vezes mais que assalariados

por Agência Sebrae


Pesquisa do Ipea mostra que 54,59% dos trabalhadores por conta própria e os microempresários ganham acima de dois salários mínimos todos os meses
Ter o próprio negócio é mais rentável que ser assalariado. A conclusão consta em pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo o levantamento SIPS (Sistema de Indicadores de Percepção Social), feito com 2.773 pessoas em todas as unidades da federação durante o segundo semestre de 2010, 25,31% dos assalariados recebem salários equivalentes a dois salários mínimos ou mais. Entre os trabalhadores por conta própria e os microempresários, que têm, no máximo, cinco funcionários, o valor é duas vezes maior. Do total, 54,59% lucram acima de dois salários mínimos todos os meses.
Apesar da rentabilidade maior, abrir uma empresa não está entre as principais opções dos brasileiros que estão desempregados. Ainda há um receio em relação ao processo, de acordo com a pesquisa. A concorrência acirrada é o maior entrave para o crescimento das micro e pequenas empresas no momento atual da economia brasileira, segundo os próprios empresários. A redução da disputa pelo cliente é o fator que mais contribuiria para a melhoria do desempenho do empreendimento, de acordo com 41,2% dos donos de negócios de pequeno porte.
O levantamento mostra que a questão é mais preocupante até mesmo do que a carga tributária elevada e a dificuldade de acesso ao crédito, opções tradicionalmente citadas como empecilhos para a ascensão empresarial. Os dois argumentos foram apontados por 14,9% e 14,3%, respectivamente. “A preocupação dos empresários com a concorrência reforça a importância de ter uma situação econômica favorável, com crescimento da economia e aumento da demanda”, afirma o responsável pelo levantamento, o técnico de planejamento e pesquisas do IPEA, Bruno Marcos Amorim.
Mas quem opta por abrir o próprio negócio tem que estar preparado para se dedicar em tempo integral. A pesquisa mostra que 15,3% dos empregadores e trabalhadores por conta própria apontam a falta de uma jornada de trabalho como um dos problemas de não ser assalariado. Em seguida, citam o fato de nunca conseguirem tirar férias para descansar (14,7%). Os empresários reclamam ainda de trabalharem muito e ganharem pouco (10,4%) e de terem renda instável, enfrentando dificuldades para manter o negócio em determinados períodos do ano (7,4%). “Comprova uma percepção de que trabalhar por conta própria dá autonomia ao empresário, mas ele tem que dedicar e abdicar de várias coisas em sua vida”, afirma Amorim.


sexta-feira, 4 de março de 2011

Corante de refrigerante pode causar câncer, diz estudo dos EUA

19-02-2011 18:27:29

Alguns corantes químicos usados em muitos refrigerantes podem causar câncer, diz um comunicado do Center for Science in the Public Interest, organização de defesa do consumidor dos EUA.

Segundo a instituição, o corante tem amônia e produz vários compostos químicos que causaram câncer em estudos com animais. As conclusões são baseadas em pesquisas realizadas por cientistas do National Institutes of Health, órgão do governo americano.

A entidade pediu que a FDA (agência de vigilância sanitária dos EUA) proíba o uso da substância. Os refrigerantes que mais têm o corante são aqueles de cores escuras.

"O público americano não deve ser exposto ao risco de câncer de qualquer tipo como resultado do consumo desses produtos químicos, especialmente quando eles servem a um propósito que não é essencial," diz um trecho da carta.

Segundo a Coca-Cola Co, maior fabricante mundial do segmento, o corante usado na fórmula não causa câncer. De acordo com a empresa, a substância tem apenas um dos compostos citados pela entidade.

A Pepsi Co foi procurada mas não respondeu.

Fonte: DA REUTERS - Jornal A Folha (18/02/2011 - 08h27)